segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Uma lenda de Krishnamurti.




Uma parte de um conto de Malba Tahan: Uma lenda de Krishnamurti.

“Os trajes que cobrem o corpo não medem o valor do homem.
...Que adianta ao homem vestir-se de sedas e ter a alma nua de virtudes e de predicados?
Interessa-me tão somente as roupagens do espírito e não os vestidos e bordados que cobrem a matéria...”

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

História eternizada




" A vida vai continuar
enquanto existir alguém
para cantar,dançar ,contar
histórias e escutar."
Francisco Gregório Filho




Contar e recontar
encantar no simples gesto encenado.
Há vida que nunca termina
porque a morte não existe para quem sonha
um sonho de eternidade
para quem libera o aroma do amor através das palavras
com emoção e vontade de envolver o ambiente com a força
que a história sempre traz.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

PASSO-A-PASSO Para cativar a platéia










Gilka Girardello, professora da Universidade Federal de Santa Catarina, dá orientações a quem quer se tornar craque na contação de histórias:




Faça uma seleção de títulos que despertem em você a vontade de passá-los aos alunos. É importante abrir o universo deles para diferentes narrativas, com temas como a vida e a morte, nossa origem e a humanidade, além de mitos.

Para se familiarizar com a narrativa, treine contando para amigos e familiares

Comece a narrar para grupos menores, enquanto você conhece as suas possibilidades. Reúna os ouvintes em roda para que eles se sintam próximos de você.

Escolha recursos, como desenhos, bonecos, músicas e movimentos de dança, com os quais você se sinta mais à vontade.

Use elementos expressivos, como imitação de vozes e movimentos com as mãos (estalar de dedos e palmas). Empregados na hora certa, eles fazem a diferença.

Imagine os detalhes de todas as cenas e descubra a melhor maneira de entoar cada trecho (sem se preocupar em decorá-las).

Preste atenção em alguns refrões ou frases de impacto que podem ser repetidos sempre do mesmo jeito - porque são bonitos ou soam bem.

Quanto mais a história for contada, maior o número de novas imagens que são incorporadas a cada cena. Esta é a peculiaridade da oralidade: cada um recria o conto.

Projete a voz na sala e amplie os gestos para que o público não se disperse. Quando o enredo pedir um tom mais suave, todos entenderão o recurso e farão silêncio para ouvir.

Antes ou depois da narração, conte de onde vem a história: de um livro, de um filme, da mitologia grega ou se aconteceu com alguém conhecido. Assim, a turma fica sabendo que também pode passá-la adiante.

Ignore as peraltices de alguns e conte a história para o resto da classe. Se alguma coisa que os bagunceiros fizerem permitir, vale incorporá-la à performance, sem quebrar o clima da história.

Contar histórias sempre envolve alguns imprevistos. O importante é não ter medo. Geralmente, as crianças querem que a narração prossiga. Então, elas vão ajudar você.


domingo, 31 de maio de 2009

Fantasias de uma bruxa














Forjava uma situação de vingança.Mas o que mais ela queria era sua companhia.
O vento forte batia sobre as janelas com velhas cortinas destroçadas pelo tempo.
Ela era bruxa e mal conhecia os feitiços que a vida lhe entregara de bandeja.Seu caldeirão fervia,
estado completo de ebulição.Seu coração já pertencera a um príncípe em um castelo encantado.
E agora desencantada pouco lhe restou.Seu amigo gato.Mesmo preto nunca lhe deu mal agouro.
Suas roupas coloridas e bem remendadas.Em frente a um grande espelho consertava e corrigia
com um pouco de base o rosto verruguento que um dia foi rosado e beijado quando o relógio badalou meia-noite numa noite de festa .Tudo era fantasia ou real? Quem saberá o final?

Borboleteando














Foge foge aflita
a liberdade te espera de braços abertos.
Sobre tuas asas cores vibrantes e harmoniosas.
A vida anda solta em ti: borboleteando de jardim em jardim.
Buscando flores e mais flores entre uma ou outra estação.
Cumprindo a tua principal missão: existir.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Imaginação











-Mas afinal de contas, Emília, que é que você é? Emília levantou para o ar aquele implicante narizinho retrós e respondeu: Sou a Independência ou Morte!
Monteiro Lobato





Quero ser a própria história que conto
sem dela portanto me apropriar.
Conhecer o sentido exato que começa e termina onde criatividade me carregar.
Ser assim contador,poeta ou mesmo um sonhador de palavras.
Navegar sem mar,voar sem sair do chão,conhecer lugares imaginários pessoas e animais interessantes.Ser um pequeno ou um gigante sem recursos ou multimilionário.
Explorar livremente todos os intermináveis aspectos do reino imaginário.

sexta-feira, 15 de maio de 2009